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26/09/2022

Hospital Divina promove atividades relacionadas à sepse

Ações de conscientização e treinamento sobre a doença estão sendo apresentadas às equipes assistenciais. No dia 29, encerra-se o ciclo com uma capacitação junto aos médicos da Emergência

O Hospital Divina vem promovendo, em virtude do Dia Mundial da Sepse, em 13 de setembro, ações de conscientização e treinamento para as equipes assistenciais. Além de destacar aspectos relacionados à doença, sua identificação e tratamento, as palestras abordam as mudanças promovidas, recentemente, no protocolo institucional. As atividades têm sido coordenadas pelo infectologista do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Divina, Dr. Sidnei Alves dos Santos Júnior.


No dia 29 de setembro, encerrando o ciclo de ações relacionadas ao Dia Mundial da Sepse, acontecerá uma capacitação direcionada, especificamente, aos médicos da Emergência, local onde são atendidos a maioria dos pacientes com a doença. Com o título “Como identificar e tratar a sepse”, a atividade será apresentada pelo coordenador médico da UTI do Hospital Divina, Dr. Vinicius Daudt, e pelo infectologista Dr. Sidnei Alves dos Santos Júnior.


Já houve treinamento para colaboradores da Emergência, Unidades de Internação e Unidades de Terapia Intensiva. Também ocorreu um concurso de produção de material audiovisual com as equipes das Unidades de Internação, oportunizando-lhes um espaço para demonstração da criatividade, conhecimento sobre o tema e engajamento com o cuidado seguro. 

Sepse

A sepse é definida pela ocorrência de disfunção orgânica ameaçadora à vida, causada pela resposta desregulada do organismo a uma infecção. Também conhecida como infecção generalizada, é uma doença grave, que determina um risco de vida elevado. 


Segundo a Organização Mundial da Saúde, anualmente morrem no mundo cerca de 11 milhões de pessoas de sepse. No Brasil, cerca de 240 mil pessoas perdem a vida todos os anos em decorrência dessa doença. 


“Além da possibilidade de causar a morte do paciente, existe também um risco significativo de a doença causar incapacidade e, consequentemente, prejuízo à qualidade de vida”, destaca o infectologista, Dr Sidnei dos Santos.

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